Por CAROLINA SCORCE, da Carta Capital 

Se militar pode ser duro, a vida pode ser ainda mais. Como ter saúde mental em mundo de exclusão, racismo, machismo e homofobia? Por isso, para o grupo os especialistas, o sofrimento de militantes tem de ser tratado no coletivo, dentro do movimento. “A dor está inscrita na estrutura do que ele (militante) faz. O ativismo tem de entrada essa marca, de que machismo e racismo é uma coisa estrutural”, explica Anna Turriani, psicanalista.

Ela afirma ainda que a luta por direitos, por equidade, é também uma luta por saúde mental. “Não há saúde mental onde tem racismo; quando o moleque não pode escolher usar seu cabelo black porque senão ele apanha da polícia. Quem não adoece sendo humilhado?”

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