Em 10 de dezembro comemora-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos. A data foi instituída em 1950, dois anos após a Organização das Nações Unidas (ONU) adotar a Declaração Universal do Direitos Humanos como marco legal regulador das relações entre governos e pessoas, passada a barbárie da Segunda Guerra Mundial. A Declaração Universal dos Direitos Humanos é o documento mais importante produzido pelo homem na busca por paz e igualdade. Na Declaração, a dignidade do ser humano é assumida como direito fundamental

Em 2018, o Dia Internacional dos Direitos Humanos foi lembrado na ALERJ (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) com uma homenagem a parlamentar Marielle Franco, assassinada em março deste ano junto com seu motorista Anderson Gomes. Marielle recebeu a Medalha Tiradentes, destinada a premiar pessoas que prestaram relevantes serviços à causa pública do Estado do Rio. Marielle foi vítima de uma gravíssima violação de direitos humanos, por sua atuação pública e pelo que representava: o novo lugar ocupado por uma mulher, mulher negra, favelada, lésbica.

Nestes 70 anos da divulgação da Declaração, ainda perseguimos o cumprimento dos 30 preceitos evocados pela Carta. São valores básicos para que tenhamos uma sociedade mais justa, solidária e igualitária.

Educação, moradia, saúde e trabalho são direitos básicos que precisamos ter acesso para uma vida digna. Muitos desses direitos não são totalmente respeitados. Para garantir que o Estado proporcione atendimento às nossas necessidades básicas, não devemos minimizar a importância dos direitos humanos e nem quem os defende. Não podemos abrir mão do que propriamente é nosso. Com luta mudamos a vida.

Leia na íntegra: http://www.dhnet.org.br/direitos/deconu/textos/integra.htm

Veja também: Las Mariposas

Foto em destaque: ONU Brasil