Manual do Fanzine – Agência Uga Uga de Comunicação
O Manual do Fanzine foi elaborado com o propósito de orientar adolescentes e jovens no processo educativo de produzir novos produtos de comunicação, como fanzines, boletins impressos e eletrônicos. Faz parte da proposta político-pedagógica de educação pela comunicação, da entidade.
Disponível para download gratuito em: http://www.agenciaugauga.org.br/interna.php?nomeArquivo=manualfanzine
BLINKSTEIN, Isidoro. Técnicas de comunicação escrita. 6ª ed. São Paulo: Ática, 1988. (Col. Princípios)
- O que é escrever bem? O autor deste livro, professor de lingüística da USP, diz que não basta dominar as regras gramaticais. Para que um texto atinja o objetivo desejado por seu autor, é necessário dominar alguns segredos e técnicas da comunicação.
CITELLI, Adilson. Linguagem e Persuasão. 11ª ed. São Paulo: Ática, 1997. (Princípios)
- Utilizando exemplos retirados de textos publicitários, jornalísticos, religiosos e didáticos, o autor reflete sobre a linguagem persuasiva: trata-se de um despretensioso exercício de convencimento ou de uma poderosa forma de controle social?
FARIA, Maria Alice. Como usar o jornal na sala de aula. 7ª ed. São Paulo: Contexto, 2002.
- A autora apresenta uma série de atividades práticas para os professores que querem trabalhar com jornal. Há dicas de como se analisar criticamente a mídia, de como fazer uma visita a uma redação de jornal e de como se preparar para fazer um jornal na escola.
LAGE, Nilson. A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2003.
- O autor reflete sobre a atividade jornalística e as mudanças por que passa a reportagem com a entrada em cena dos computadores, da Internet e dos bancos de dados. Os capítulos abordam: o que é e como se faz uma pauta, fontes de informação, fato e versão, tipos e técnicas de entrevistas, a ética do repórter.
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 2ª ed. São Paulo: Ática, 1986. (Col. Princípios)
- O autor fala sobre normas de redação jornalística em veículos impressos, rádio e televisão e discute a relação entre texto e imagem na mídia impressa e televisiva.
RAMA, Ângela e VERGUEIRO, Waldomiro. Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2002.
- Da mesma coleção de Como usar o jornal na sala de aula, o livro mostra como os professores podem usar os quadrinhos no desenvolvimento do trabalho pedagógico.
RESENDE, Beatriz (org.). Cronistas do Rio. Rio de Janeiro: José Olympio/CCBB, 1995.
- No Rio, floresceram muitos cronistas que ficaram para a História. Muitos cronistas do Rio registraram momentos da História da cidade. Esta relação entre cidade e crônica, jornalismo e memória foi tema de um seminário depois publicado neste livro que também apresenta o histórico deste gênero narrativo, gostoso de ser trabalhado nas salas de aula.
SÁ, Jorge de. A crônica. São Paulo: Ática, 1985. (Col. Princípios)
- Depois de definir este gênero narrativo que se situa na fronteira entre o jornalismo e a literatura, o autor faz um pequeno estudo sobre grandes cronistas brasileiros: Rubem Braga, Fernando Sabino, Stanislaw Ponte Preta, Carlos Heitor Cony, entre outros.
SANT'ANNA, Afonso Romano de. A sedução da Palavra. Brasília: Letraviva, 2000.
- Na primeira parte do livro, o escritor passa para os leitores sua experiência literária: o que é o ato de escrever? E o de publicar um texto? Na segunda parte, apresenta algumas crônicas que escreveu para jornais e que respondem à pergunta: como a palavra seduz?
SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. 4ª ed. atualizada. Rio de Janeiro: Mauad, 1999.
- Uma das mais completas obras sobre a imprensa brasileira.